Olá...

Eu sou Marco Viotti

Sou empreendedor, coach e especialista em carreira. Um otimista inabalável dedicado a te ajudar a ser feliz no seu trabalho e ter uma carreira de sucesso. – o quanto antes.

Eu ajudo as pessoas a se tornarem referência em seu trabalho, desenvolvendo seus pontos fortes, seus comportamentos e aumentando seu nível de autoconhecimento.

Hoje vivemos em um mundo em que as pessoas estão infelizes com o seu trabalho atual e com o rumo da sua carreira. Elas não se contentam mais em trabalhar por obrigação e por dinheiro. Elas querem ter e querem ser líderes inspiradores. Fazer a diferença.

Você como uma pessoa que quer ser feliz e bem-sucedida em sua carreira, se atualiza constantemente, lê livros de autoajuda, já mudou de emprego para ver se melhorava ou fez algum tipo de terapia para se conhecer melhor, mas nada disso parece ter adiantado, nada disso te trouxe a realização que você busca.

E aí você vê seus amigos ganhando bem, aparentemente felizes no trabalho, crescendo na carreira, vê pessoas bem-sucedidas e felizes no Instagram, e você ainda em dúvida sobre o que realmente gosta, que tipo de profissional quer ser, se quer montar seu próprio negócio ou ser executivo em uma empresa.

Mas não tinha como ser diferente, desde criança ouvimos que temos que trabalhar duro, que fazer o que se gosta nem sempre dá dinheiro, que temos que escolher uma profissão que pague bem.

Ter sucesso primeiro e depois ser feliz.

Muitos chefes de hoje não têm os comportamentos necessários para serem os líderes que te guiam para o sucesso.

Eu acredito que nem seu trabalho atual, nem seu chefe e nem o seu salário são o seu verdadeiro problema. Na verdade, estes são sintomas de um problema mais profundo. O seu verdadeiro problema está dentro de você: é o seu baixo nível de autoconhecimento e de saber liderar a si mesmo.

Você sofre da “Síndrome do Genérico”.

Quando somos uma cópia dos outros, não temos o mesmo valor. Você acaba escolhendo uma profissão pelo retorno financeiro que ela pode dar. Escolhe uma empresa pela marca, pela grife que ela representa.

Utiliza uma máscara, uma autoimagem do que acha que quer ser, e assim, mesmo não estando feliz no trabalho, mesmo fazendo constantemente atividades que não gosta, acaba se conformando para não “perder” o status, não desperdiçar todo o esforço já investido e por não saber o que realmente o faria feliz.

Se você aumentar o seu nível de autoconhecimento e aprender a liderar a si mesmo, além de descobrir o que você gosta de verdade, de desenvolver seus talentos para se tornarem verdadeiros pontos fortes, e de ter um propósito, você vai aprender a liderar os outros, ser o líder inspirador que o mundo tanto precisa, vai ser único naquilo que se dispuser a fazer, e desta forma, vai se tornar referência para seus colegas e amigos e deixar de ser genérico.

Existem profissionais que só pensam no status, no salário e em mostrar suas conquistas. No curto prazo podem ser bem-sucedidos, mas no longo prazo, a chance de se frustrarem é grande.

Existem profissionais que querem simplesmente chegar no fim do dia em casa com a sensação de ter realizado ao máximo suas aptidões e ter se esquecido da vida fazendo algo em que realmente são bons.

No curto prazo, podem não ser reconhecidos pelo trabalho, mas no longo prazo serão mais felizes, serão referência e bem sucedidos.

Eu convido você a tomar a decisão de começar hoje a mudança de dentro para fora e olhar para o seu trabalho como uma carreira, com um propósito e não como um emprego. E com isso ajudar a si mesmo e aos outros a dar um significado maior ao mesmo trabalho sem precisar mudá-lo em si.

Você não nasceu para fazer o que os outros dizem que deve ser feito, você nasceu para ser líder de sua vida, para ser um líder do futuro, para se sentir realizado em sua carreira.

E isso só é possível se você for mais você e menos uma versão genérica do que já existe no mercado. Temos mais sucesso quando estamos mais felizes e somos mais positivos.

O que me moveu até aqui?

Ao longo da minha trajetória aprendi que para liderar os outros, seja sua equipe ou pessoas do seu convívio, é preciso primeiro se conhecer e saber liderar a si mesmo.

Eu tive diferentes perfis de chefes e, principalmente, diferentes perfis de equipes.

Quando assumi a gestão de minha primeira equipe, aos 26 anos, eu era muito inexperiente. Achava que me conhecia e achava que sabia como gerenciar pessoas.

Devido a este gap, logicamente que eu não fui bem sucedido. Eu era uma imitação do meu chefe. Eu não era autêntico. E por isso, minha equipe não me admirava, não me seguia.

Portanto, primeiro trabalhei muito na busca por autoconhecimento. Identifiquei meus comportamentos, meus pontos fortes e pontos fracos, o que eu gostava e o que eu não gostava e defini qual era o meu propósito.

Comecei a enxergar meu trabalho como uma carreira e não apenas como um emprego.

Eu sempre me fazia a seguinte pergunta: Como eu desejaria ter executado esse papel no final da minha carreira, quando olhasse para trás? Fazer essa pergunta me ajudava a decidir qual era o meu propósito no trabalho.

Depois trabalhei muito no desenvolvimento de tudo que aprendi e comecei a realizar as atividades com uma sensação de energia renovada, vontade de fazer mais, envolvimento total e fluidez no processo de realização, conhecido também como “fluxo”. Eu era líder de mim mesmo.

EU DISSE CHEGA PARA UMA VIDA GENÉRICA!

A partir deste dia, eu sabia que poderia ser um líder para os outros, ser uma referência.

Foi assim que me tornei diretor de uma multinacional aos 33 anos e pude liderar e desenvolver dezenas de pessoas pelas empresas por quais passei.

Hoje, através da minha experiência pessoal, de muitos cursos e estudos e, principalmente, depois de ajudar dezenas de funcionários e clientes a serem bem-sucedidos profissionalmente e pessoalmente, eu decidi ajudar mais e mais pessoas a encontrarem o atalho para uma carreira de sucesso.

Além da minha empresa, onde eu crio conteúdos, faço coaching de carreira, coaching executivo, palestras e workshops, eu tenho uma clínica popular, onde, além de poder contribuir com a sociedade, eu posso preencher o meu “eu” de liderança tendo a gestão de uma equipe.

Um grande abraço!

Marco Viotti

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